Confiram as fotos do Desfile Cívico EMP - 2013:
Em breve postaremos a gravação do desfile aguardem, e curtam no facebook, o album acima.
terça-feira, 10 de setembro de 2013
terça-feira, 27 de agosto de 2013
FOLCLORE BRASILEIRO - 4º ANO A
O 4º Ano no intuito de explorar os conhecimentos populares diversos, cuja tradição conhecida ou não constitui o folclore, apresentou por meio de cartazes e elementos típicos (acessíveis) o cenário da tradição popular, veja as fotos clicando na imagem abaixo, em seguida confira um breve resumo sobre o tema:
O folclore (do inglês folk que é gente ou povo e lore que é conhecimento) é a tradição e usos populares, constituído pelos costumes e tradições transmitidos de geração em geração. Todos os povos possuem suas tradições, crenças e superstições, que se transmitem através das tradições, lendas, contos, provérbios, canções, danças, artesanato, jogos, religiosidade, brincadeiras infantis, mitos, idiomas e dialetos característicos, adivinhações, festas e outras atividades culturais que nasceram e se desenvolveram com o povo.
A UNESCO declara que folclore é sinônimo de cultura popular
e representa a identidade social de uma comunidade através de suas
criações culturais, coletivas ou individuais, e é também uma parte
essencial da cultura de cada nação.1
Deve-se lembrar que o folclore não é um conhecimento cristalizado,
embora se enraíze em tradições que podem ter grande antiguidade, mas
transforma-se no contato entre culturas distintas, nas migrações, e
através dos meios de comunicação onde se inclui recentemente a internet.
Parte do trabalho cultural da UNESCO é orientar as comunidades no
sentido de bem administrar sua herança folclórica, sabendo que o
progresso e as mudanças que ele provoca podem tanto enriquecer uma
cultura como destruí-la para sempre.
História
Os irmãos Grimm.
O interesse pelo folclore nasceu entre o fim do século XVIII e o início do século XIX, quando estudiosos como os Irmãos Grimm e Herder iniciaram pesquisas sobre a poesia tradicional na Alemanha
e "descobriu-se" a cultura popular como oposta à cultura erudita
cultivada pelas elites e pelas instituições oficiais. Logo esse
interesse se espalhou por outros países e se ampliou para o estudo de
outras formas literárias, músicas, práticas religiosas e outros fatos
chamados na época de "antiguidades populares". Neste início de
sistematização os pesquisadores procuravam abordar a cultura popular
através de métodos aplicados ao estudo da cultura erudita.3
O termo folclore (folklore) é um neologismo que foi criado em
1846 pelo arqueólogo Ambrose Merton - pseudônimo de William John Thoms -
e usado em uma carta endereçada à revista The Athenaeum, de Londres, onde os vocábulos da língua inglesa folk e lore (povo e saber) foram unidos, passando a ter o significado de saber tradicional de um povo.4
Esse termo passou a ser utilizado então para se referir às tradições,
costumes e superstições das classes populares. Posteriormente, o termo
passou a designar toda a cultura nascida principalmente nessas classes,
dando ao folclore o status de história não escrita de um povo.
Mesmo que o avanço da ciência e da tecnologia tenha levado ao descrédito
muitas dessas tradições populares, a influência do pensamento
positivista do século XIX contribuiu para dignificá-las, entendendo-as
como elos em uma cadeia ininterrupta de saberes que deveria ser
compreendida para se entender a sociedade moderna. Assim, com a
conscientização de que a cultura popular poderia desaparecer devido ao
novo modo de vida urbano, seu estudo se generalizou, ao mesmo tempo em
que ela passou a ser usada como elemento principal em obras artísticas,
despertando o sentimento nacionalista dos povos.3
Depois de iniciar e frutificar na Europa, o estudo do folclore se
estendeu ao Novo Mundo, chegando ao Brasil na segunda metade do século
XIX através dos precursores Celso de Magalhães e Sílvio Romero, e aos Estados Unidos, onde William Wells Newell, Mark Twain, Rutherford Hayes
e um grupo de outros eruditos e interessados fundaram em 1888 a
American Folklore Society, que de imediato iniciou a publicação de um
jornal que continua em atividade até hoje, o Journal of American Folklore.
A contribuição dos folcloristas norte-americanos foi especialmente
importante porque desde logo suas pesquisas foram apoiadas pelas
universidades e adquiriram autonomia, definindo novas fronteiras
metodológicas e lançando as bases para a fundação do folclorismo como
uma nova especialidade científica, paralela à Antropologia.
Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Folclore. Acesso 25/08/2013.
domingo, 11 de agosto de 2013
terça-feira, 4 de junho de 2013
CONCURSO DE REDAÇÃO 2013
Fiquem atentos ao prazo para inscrever-se ao Concurso de Redação EMP 2013, abaixo segue o link para as regras do Concurso. Clique na imagem para ver as regras.
segunda-feira, 3 de junho de 2013
sexta-feira, 24 de maio de 2013
CAFÉ DA MANHÃ DIA DAS MÃES
Devido a problemas técnicos as fotos do Café da Manhã do Dia das Mães estão sendo divulgadas agora:
Clique aqui.
E o video em Homenagem ao Dia das Mães:
Curtam no Facebook.
Clique aqui.
E o video em Homenagem ao Dia das Mães:
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terça-feira, 21 de maio de 2013
EXCURSÃO A XINGÓ DO SÃO FRANCISCO
Com a decisão de construção da hidrelétrica de Xingó, em 1988, a Companhia Hidroelétrica do São Francisco (CHESF) iniciou, junto com a UFS, um grande projeto de salvamento arqueológico, concluído em 1998. Na área potencialmente inundável pelo reservatório da usina, foram descobertos 42 sítios a céu aberto e registrados 16 sítios de arte rupestre. Foram recuperados numerosos vestígios cerâmicos, instrumentos líticos, adornos em osso, restos alimentares e mais de duzentos esqueletos humanos.
As datações indicam ocupações humanas de cerca de 9.000 anos. Em 1995, a Petrobras associou-se à CHESF no patrocínio à pesquisa arqueológica, custeando o levantamento de 222 sítios nos terraços de São Francisco. No entorno de Xingó, continuou a pesquisa no platô, já tendo sido mapeados mais de 200 novos sítios de registros gráficos.
Para incentivar a pesquisa na região, dar curadoria adequada ao material arqueológico e difundir o conhecimento produzido, foi criado em abril de 2000 o Museu de Arqueologia de Xingó (MAX), resultado da parceria entre a Universidade Federal de Sergipe e a Petrobras, que custeia, também, o Plano de Consolidação e Desenvolvimento do MAX. O Plano abrange atividades como cursos de atualização para professores, encontros pedagógicos e feiras científicas. Já foram publicados sete livros de caráter científico, além da revista Canindé, que conta com artigos dos mais renomados arqueólogos do Brasil.
O museu possui um acervo arqueológico de 55 mil peças e vestígios. Além disso, o MAX tem montado exposições de curta duração, abordando temas arqueológicos e culturais, resgatando o patrimônio regional e envolvendo membros e artesãos das comunidades locais. Com seu pessoal fixo e temporário, o Museu aumenta a oferta de empregos e renda na região, sem contar com o seu papel turístico. Mais de 30 mil pessoas já visitaram o Museu.
O MAX, em parceria com a Prefeitura Municipal de Canindé do São Francisco, apóia o Curso de Mestrado de Arqueologia, no qual deverá lançar no mercado nacional 20 profissionais treinados e capacitados para desenvolver atividades de pesquisa arqueológica.
Com este patrocínio, a Petrobras venceu em 2001 o Prêmio Rodrigo Melo de Franco Andrade na categoria de Apoio Institucional e Financeiro.
Disponível: http://www.hotsitespetrobras.com.br/cultura/projetos/48/232
As fotos da Excursão Estão disponívels no link: Clique aqui!
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